O integralismo está construindo um Brasil melhor, não apenas por causa das nossas preocupações com a política atual, que sabemos ser saturada de corrupção e de imoralidade. 

Nós temos atualmente uma tarefa mais singular, que ao que temos observado nos outros movimentos políticos do Brasil, é bastante negligenciada: nós não queremos, em nossos quadros de militância, formar uma massa de manobra; nós não queremos que os integralistas sejam um número subserviente a ardis politiqueiros; queremos, e nos preocupados quanto a isso, que os integralistas sejam homens exemplares, mulheres exemplares, o tipo de pessoa necessária ao Brasil, o tipo de gente moral e caridosa que nossa Pátria tanto carece.

Sim, um dia o Brasil constituirá, através do nosso serviço, um Estado Cristão, que exercerá uma política voltada às necessidades reais e preciosas do povo: uma Pátria moral, um governo cuja democracia que o forma seja instrumento do Bem e da Justiça. 

Isto não se faz de maneira imediatista, custa tempo, custa esforço, custa sacrifícios, custa um tipo de dedicação que a imaturidade não é capaz de oferecer, que a preguiça ameaça frustrar, que o desleixo quanto a Deus e aos valores eternos impede que se realize. 

Há muitos inimigos do integralismo, que fazem as acusações mais absurdas contra nós. Não queremos triunfar no Brasil através da violência; somos contrários a todo tipo de ideia que queira infligir ao nosso país qualquer tipo de divisão rasteira, seja baseada em racismo, seja baseada em luta de classes ou qualquer outro tipo de divisão infernal que signifique o fratricídio, que signifique tratar indignamente qualquer brasileiro.

Quanto a essas acusações, o que podemos fazer é continuar sustentando corajosamente a verdade. Argumentamos, escrevemos livros, fazemos vídeos instrutivos, cartazes ou o que quer que seja, a fim de mostrar que o que queremos é o Bem da Nação, sustentados nos valores eternos de Deus, Pátria, Família.

Quanto aos nossos inimigos, que bom seria que percebessem o quanto desejamos a sua própria felicidade! Que bom seria que eles largassem suas ideias ateístas e subversivas para, obedientes ao Pai Celeste, servir ao futuro de um Brasil mais digno, independente e democrático.

Esse nosso objetivo maior, de instaurar o Estado Cristão, que chamamos também de Estado Integral, é um fruto que só colheremos depois; talvez em nossa velhice, talvez depois da nossa morte. Mas colheremos e não temos dúvida nenhuma sobre isso, pois nada que é feito por Deus, pelo Bem Maior, é em vão, nada disso é infrutífero. 

Nossa preocupação mais imediata, como dissemos há pouco, é fazer entre nossas fileiras brasileiros exemplares. Queremos construir bons pais de família, bons trabalhadores, bons professores, bons alunos, bons religiosos! Este fruto estamos colhendo agora mesmo.

Não são poucos os jovens que chegaram ao integralismo que passavam os dias sem nada fazer, entregues a vícios e maus hábitos, que viviam em festas, em lugares impróprios, imersos em bebidas e em imoralidades, que eram ateus ou que viviam uma vida onde diziam professar uma fé, mas que na prática nenhum dever cumpriam quanto à sua religião.

Conheço muitos que vieram assim, despedaçados na alma e que, pelo integralismo, entenderam a necessidade de reconstruir a própria vida, ordenando-a a Deus e ao bem do Brasil.

Neste momento, queremos nos referir aos pais de jovens integralistas que por ventura chegaram a esse texto. Não queremos e nem iremos tomar o espaço que a vocês somente cabe: o de tutelar seus filhos. O que o integralismo oferece a eles é antes de tudo a consciência de acatar a autoridade paterna dentro de um contexto maior, de humildade e de auto aprimoramento.

Quantas vezes os pais dão conselhos aos filhos, e estes tapam os ouvidos e se fazem de surdos! Dizemos aos jovens: tomem consciência dos seus deveres em sua casa, dos seus deveres em sua escola, dos seus deveres em sua igreja, dos seus deveres em sua vida. Tudo isto voltado também a uma ação caridosa, a uma atividade social onde o bem e a justiça são propagados, onde os desvalidos são atendidos, onde o exemplo de vida é o maior ensinamento!

Por fim, queremos pedir a todo integralista que leia este texto que deixem nos comentários deste portal como eram suas vidas antes do integralismo e como mudaram depois que o conheceram. Digam o quanto a consciência de ser um Homem Integral os ajudou a reconstruir sua vida, baseada em virtudes e não mais em maus hábitos.

Integralista, é dever seu deixar aqui seu testemunho! Não se trata de glorificar-se e de se dizer perfeito, mas de mostrar como o integralismo lhe ajuda a perceber melhor os caminhos de sua vida, de se corrigir, de ser sempre mais humilde e aberto a um constante aperfeiçoamento pessoal! Contamos com sua consciência.

Pelo bem do Brasil!

Autor: Jonas de Mesquita. Presidente Provincial do núcleo potiguar da Frente Integralista Brasileira, bacharel em Direito. Também é autor do livreto “Nós, os Integralistas”.